O desafio de ensinar máquinas a conversar

Pode parecer solidão, mas conversar com máquinas é um hábito cada vez mais comum: o Brasil é hoje o terceiro país que mais usa o Google Assistant, aposta da empresa americana para a interação entre homem e máquina. Outras gigantes do setor, como Amazon e Apple, também veem esse futuro. Elas não estão sozinhas: companhias de diversos setores, como bancos e operadoras, também tem feito incursões na área. Mas treinar uma inteligência artificial para ouvir e responder ao usuário não é tarefa simples.
Numa conversa, existem dois momentos importantes para a máquina: o processamento da linguagem – que inclui sons, ordem das palavras e vocabulário – e a capacidade do banco de dados para oferecer respostas, explica Marcello Modesto dos Santos, professor de linguística da USP. 
No primeiro momento de interação, o principal objetivo da máquina é “extrair intenção”. Ou seja, a plataforma tem de entender o pedido para decidir se é capaz de fornecer uma resposta para o usuário, afirma Alexandre Dietrich, responsável por inteligência artificial e dados na IBM. A empresa não tem um assistente próprio, mas seu sistema de inteligência artificial, o Watson, alimenta assistentes de empresas como Bradesco e Sabesp. 

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