No Brasil, tecnologia é mais diversão que negócio

Os brasileiros estão entre os povos que passam mais tempo na internet, estão entre os cinco maiores usuários de vários serviços on-line e o país já conta com oito empresas no panteão dos “unicórnios” – que têm valor de mercado superior a US$ 1 bilhão. Mas o uso dessas tecnologias ainda é vista como diversão, uma maneira de passar o tempo, e está menos voltada para a geração de produtividade.
Para Nicola Calicchio, sócio sênior da consultoria McKinsey, isso ocorre em parte porque o brasileiro é “atrapalhado o tempo todo” durante sua experiência on-line. “A velocidade da internet é bem mais baixa que em outros países, a estabilidade da conexão é ruim.
Existe dificuldade de abrir e, principalmente, de fechar empresas, algo que é muito importante nesse ambiente digital de teste e fracasso”, diz. Ele destaca ainda o fato de só 1% dos brasileiros serem formados nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática.

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