Chegou a hora de impor ética a robô esperto e sem controle; UE dá 1º passo.

Sistemas inteligentes que executam tarefas de modo automático sem qualquer intervenção humana estão se popularizando não só entre companhias de tecnologia, mas também entre firmas de outros setores que, procurando inovar ou reduzir custos, viraram adeptas da inteligência artificial. Com isso, não é raro ver bancos, construtoras e hospitais recorrendo a algoritmos para realizar ações antes executadas por seres humanos. O uso dessas plataformas levanta, no entanto, diversas questões éticas, como a tomada de decisões enviesadas (e até preconceituosas) ou que se baseiam em critérios pouquíssimos claros para quem não tem acesso aos programas de computador. Algumas empresas até tentaram…

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